Muito tem se falado, de sexta-feira para cá, que a pressa que a governadora Rosalba Ciarlini teve na indicação do desembargador, não tem na indicação do conselheiro do Tribunal de Contas.
Claro que a vaga do TCE, até pelo tempo – mais de um ano – já deveria ter sido ocupada.
Mas, a pressa da escolha do desembargador não pode ser comparada à lentidão do TCE.
A vaga do Tribunal de Contas é uma escolha única e pessoal da governadora. Não cabe interferência.
Já no caso de desembargador, eram 3 nomes, eleitos em dois processos de votação, e muitos padrinhos por trás dos 3, com muita pressão em cima da governadora.
Que para se livrar das pressões…se apressou em apontar o seu preferido.FONTE:THAISA GALVÃO
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