A reunião com o
Secretário Estadual de Planejamento e Finanças, Obery Rodrigues, nesta
quinta-feira (08), na Assembleia Legislativa, para debater a realidade
financeira do Estado, foi bem prestigiada pelos deputados estaduais.
O deputado José Dias (PSD) disse que se deteria apenas na questão política e não emitiria opinião acerca dos dados apresentados, uma vez que estes mereceriam uma análise mais cuidadosa.
O deputado José Dias (PSD) disse que se deteria apenas na questão política e não emitiria opinião acerca dos dados apresentados, uma vez que estes mereceriam uma análise mais cuidadosa.
"Para mim a
situação do RN é muitíssimo difícil. Votei na governadora na expectativa
de que as coisas iriam ser administradas da forma como era dito no
palanque e não posso admitir que ela não tivesse sequer a mínima noção
da realidade do Estado, pois quando se propôs ser governadora, deveria
ser para administrar algo que ela deveria conhecer", criticou.
Agnelo Alves (PDT) criticou postura do secretário: "Estou com a impressão de que estou saindo sem ter as respostas para as nossas angústias e do povo do Rio Grande do Norte. Ninguém ignore que nas próximas eleições já não haverá mais aquela convulsão que havia sempre nas eleições anteriores. O povo está se sentindo liberto e pior do que isso, liberto pelas angústias de todas as experiências malogradas".
Crise
O deputado Fernando Mineiro (PT) chegou a dizer que a crise alegada pelo Governo é "artificializada com intenções" e que a contenção de despesas é "seletiva". "Em fevereiro se dizia que o tesouro estava sendo recuperado, agora temos pela primeira vez no Estado um decreto que fala sobre reprogramação financeira e gostaria também de saber qual o critério utilizado para prever que a receita do segundo semestre será menor do que o semestre passado", questionou.
Fábio Dantas (PHS) questionou sobre o aumento da folha: "Pelo decreto da governadora, daqui a alguns anos os sindicatos não vão estar aqui não por melhorias, mas para salvar o salário dos servidores".
Contradição
A deputada Larissa Rosado (PSB) criticou o fato do Estado estar em contenção, mas contraditoriamente o avião do Governo se deslocou para Mossoró 56 vezes em um mês, no ano passado.
Márcia Maia (PSB) perguntou sobre a devolução de recursos federais para a área de segurança e a perspectiva do futuro dos servidores do estado. "A frustração do povo do RN é muito maior do que a frustração das receitas do governo".
Da Assessoria de Comunicação da Assembleia Legislativa
Agnelo Alves (PDT) criticou postura do secretário: "Estou com a impressão de que estou saindo sem ter as respostas para as nossas angústias e do povo do Rio Grande do Norte. Ninguém ignore que nas próximas eleições já não haverá mais aquela convulsão que havia sempre nas eleições anteriores. O povo está se sentindo liberto e pior do que isso, liberto pelas angústias de todas as experiências malogradas".
Crise
O deputado Fernando Mineiro (PT) chegou a dizer que a crise alegada pelo Governo é "artificializada com intenções" e que a contenção de despesas é "seletiva". "Em fevereiro se dizia que o tesouro estava sendo recuperado, agora temos pela primeira vez no Estado um decreto que fala sobre reprogramação financeira e gostaria também de saber qual o critério utilizado para prever que a receita do segundo semestre será menor do que o semestre passado", questionou.
Fábio Dantas (PHS) questionou sobre o aumento da folha: "Pelo decreto da governadora, daqui a alguns anos os sindicatos não vão estar aqui não por melhorias, mas para salvar o salário dos servidores".
Contradição
A deputada Larissa Rosado (PSB) criticou o fato do Estado estar em contenção, mas contraditoriamente o avião do Governo se deslocou para Mossoró 56 vezes em um mês, no ano passado.
Márcia Maia (PSB) perguntou sobre a devolução de recursos federais para a área de segurança e a perspectiva do futuro dos servidores do estado. "A frustração do povo do RN é muito maior do que a frustração das receitas do governo".
Da Assessoria de Comunicação da Assembleia Legislativa
Rosalba ameniza crise: "O Rio Grande do Norte não está quebrado. Está passando por um momento difícil."
A Governadora, Rosalba Ciarlini (DEM), amenizou a grave situação
financeira pela qual o Estado atravessa. Em entrevista ao Jornal do Dia,
da TV Ponta Negra, desta quarta-feira (07), a gestora estadual negou
que o Estado estivesse "quebrado" e falou que ele apenas "atravessa um
momento difícil".
"O Rio Grande do Norte não está quebrado. Está passando por um
momento difícil, que, com esforço e trabalho, vai ser superado. O corte
de gastos é justamente para que as ações prossigam de forma adequada,
sem prejuízo à população", afirmou, indo de encontro a declaração dada
pelo secretário estadual de Planejamento e Finanças, Obery Rodrigues,
que na semana passada afirmou que o Estado não estava cumprindo com seus
compromissos e, por isso, estava quebrado.
Rosalba disse ainda que quando os recursos
estão escassos é preciso estabelecer prioridades para que a casa
continue funcionando de forma adequada. "Cada secretaria vai ter que se
adequar. Promover corte nas diárias, nas viagens, na conta de energia,
se possível, até no cafezinho. É um sacrifício necessário", ponderou.
Como sempre tem feito, a governadora também afirmou que herdou uma
dívida da administração passada da ordem de R$ 800 milhões e que o
ajuste das finanças promovido desde o início de sua gestão possibilitou
que o estado recuperasse credibilidade e conseguisse estabelecer
convênios e acordos que resultaram em benefícios para a população.
Informações do Portal No AR


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