segunda-feira, 12 de agosto de 2013

GEISEL ADMITIU POSSIBILIDADE DE CONSTRUIR A BOMBA ATÔMICA BRASILEIRA.


Arquivos secretos do Estado-Maior das Forças Armadas (EMFA) mostram que o ex-presidente Ernesto Geisel (foto abaixo) admitiu a possibilidade de o Brasil construir sua arma atômica dentro de sua política nuclear. Em exposição feita ao Alto Comando das Forças Armadas, em 10 de junho de 1974, Geisel reconhece a preocupação do governo e dos militares em relação ao fato de a Índia ter detonado uma bomba atômica e à possibilidade de os vizinhos argentinos também o fazerem.
Por conta disso, afirmou que considerava como um dos pontos básicos a serem adotados “desenvolver uma tecnologia para a utilização da explosão nuclear para fins pacíficos, o que nos permitirá, inclusive, se necessário, dispor de nossa própria arma”, disse o general.


Missa lembra o aniversário de Aluízio Alves

missa aluizio
Uma missa em ação de graças celebrou o aniversário do jornalista Aluízio Alves, que completaria 92 anos neste domingo (11). A homenagem aconteceu na igreja da Paróquia de Nossa Senhora da Esperança e contou com a presença de familiares, amigos e admiradores.
Aluízio Alves foi deputado federal, governador, ministro de Estado e fundador da TRIBUNA DO NORTE. Entre suas realizações está a construção da Cidade da Esperança, primeiro projeto habitacional popular do estado e onde aconteceu a celebração.
Suas realizações como líder político podem ser relembradas pelo trabalho do professor e economista Tomislav Femenick, publicado aos domingos na TRIBUNA DO NORTE.

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Governadores testam caras novas no Nordeste

mascaraInspiradas em experiências recentes, como a de Dilma Rousseff na corrida ao Planalto e a de Fernando Haddad (PT) na Prefeitura de São Paulo, as estratégias na Bahia, em Pernambuco e no Ceará têm agora o componente da onda de protestos pelo país e o pleito por mudanças e caras novas na política.
Na Bahia, o PT trabalha para que pré-candidatos do partido saiam de campo em favor de Rui Costa. Chefe da Casa Civil de Jaques Wagner (PT), ele sempre foi o preferido do governador e passou a participar de inaugurações e tocar projetos midiáticos do governo, como o metrô de Salvador e uma ferrovia de R$ 7,4 bilhões.
A candidatura só não foi colocada em cena por dois motivos: Costa não tem o apelo eleitoral do senador Walter Pinheiro nem a preferência do ex-presidente Lula, simpático a José Sergio Gabrielli, ex-presidente da Petrobras e hoje secretário de Planejamento do Estado.
Em Pernambuco, a maioria das opções de Eduardo Campos (PSB) para a sucessão vem da área técnica do governo, com passagens pelo Tribunal de Contas local. Os secretários Tadeu Alencar (Casa Civil), Danilo Cabral (Cidades) e Paulo Câmara (Fazenda) foram auditores do TCE-PE. A única exceção é o vice-governador, João Lyra Neto (PDT), de malas prontas para a legenda de Campos.
A falta de exposição é ponto favorável na avaliação do PSB, por atender “à voz das ruas”, que pede novidades. Além disso, um candidato com menos brilho é mais fácil de ser orientado pelo governador, como ocorreu na última disputa pela Prefeitura do Recife, quando Campos indicou Geraldo Julio (PSB), antigo secretário no governo e até então desconhecido.
No Ceará, uma das opções do governador Cid Gomes (PSB) é seu secretário da Fazenda, Mauro Filho (PSB). Economista e deputado estadual em sexto mandato, ele é considerado internamente um dos técnicos mais qualificados do secretariado. Mauro Filho é próximo ao ex-ministro Ciro Gomes (PSB), de quem foi secretário na Prefeitura de Fortaleza e no governo do Ceará. O secretário tem acompanhado o governador em agendas sem relação direta com sua área, como em inauguração de hospitais e atos de liberação de recursos para abastecimento de água.
Da Folha

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Governo acusa sindicato quer usar professores em greve política

Sem motivos concretos para deflagrar uma paralisação da categoria, segundo o governo do estado, o Sindicato dos Trabalhadores em Educação (SINTE-RN) tenta emplacar uma greve política, buscando envolver os professores da rede estadual na defesa das cessões irregulares de servidores para a entidade.
Por recomendação do Ministério Público, a Secretaria de Estado da Educação convocou de volta para as salas de aula 36 servidores cedidos ao sindicato. Como eles não se apresentaram, processos por abandono de cargo estão sendo abertos e suas faltas foram descontadas do salário.
Embora o sindicato acuse o Estado de perseguição, o fato é que a secretária da Educação, professora Betania Ramalho, precisava cumprir a recomendação da promotoria, sob o risco de sofrer sanções por improbidade administrativa. Ela reconhece que o sindicato é indispensável para as conquistas da classe trabalhadora e que nenhuma democracia se consolida sem uma força como essa.

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Dilma supera Lula nas despesas com propaganda

lula dilma
Os gastos com propaganda do governo federal nos dois primeiros anos da gestão de Dilma Rousseff, incluindo estatais, é 23% maior, na média, do que nos oito anos de mandato de seu antecessor e padrinho político, Luiz Inácio Lula da Silva. A presidente também vem gastando mais – cerca de 15% -, na média, na comparação com o segundo mandato de Lula.
Ao todo, em dez anos de governo petista foram desembolsados, incluindo todos os órgãos da administração, cerca de R$ 16 bilhões, em valores corrigidos pela inflação, segundo levantamento inédito do Estado.
Segundo o Estadão, a quantia é quase igual aos R$ 15,8 bilhões que o governo pretende investir no programa Mais Médicos até 2014. Com o valor também seria possível fazer quase duas obras de transposição do Rio São Francisco, atualmente orçada em R$ 8,2 bilhões.

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Bem nas pesquisas, Marina corre risco de não ter partido

marina globoO Globo – Segunda colocada nas pesquisas de intenção de voto para a eleição presidencial de 2014, e avançando cada vez mais na preferência do eleitorado, a ex-senadora Marina Silva enfrenta grande dificuldade para criar sua Rede Sustentabilidade. Para ser candidata pelo seu novo partido, nas próximas eleições, será preciso que a legenda seja registrada pelo Tribunal Superior Eleitoral até 5 de outubro, mas não será fácil.
Marina disse neste domingo que os cartórios eleitorais não têm respeitado o prazo de 15 dias para validar as assinaturas de apoio que o partido apresenta. Com isso, apesar de a Rede já ter coletado cerca de 850 mil assinaturas e apresentado cerca de 550 mil aos cartórios eleitorais — mais do que as 491.656 necessárias —, apenas cerca de 200 mil foram certificadas.

Dilma sobe para 35% das intenções de voto em 2014, diz Datafolha

Infográfico Datafolha Presidencial Agosto (Foto: Editoria de Arte do G1)
Após perder 21 pontos percentuais na corrida pelo Palácio do Planalto em meio aos protestos que tomaram as ruas do país em junho, a presidente Dilma Rousseff se recuperou e passou de 30% para 35% das intenções de voto, segundo pesquisa Datafolha publicada na edição deste domingo do jornal “Folha de S.Paulo”. O estudo, realizado entre os dias 7 e 9 de agosto, ouviu 2.615 entrevistados e tem margem de erro de dois pontos percentuais para mais ou para menos.
No último levantamento do instituto, divulgado no final de junho, a chefe do Executivo havia caído de 51% para 30% das intenções de voto para a eleição de 2014. À época, o país estava conturbado por conta das manifestações públicas que reuniram milhares de pessoas para protestar, entre outros pontos, contra a qualidade dos serviços públicos.
Na pesquisa divulgada neste domingo, o cenário testado em que Dilma ganhou cinco pontos percentuais contou com a ex-senadora Marina Silva (AC), o senador Aécio Neves (PSDB-MG) e o governador de Pernambuco, Eduardo Campos (PSB).
De acordo com o Datafolha, Marina enfrentaria Dilma no segundo turno. A ex-ministra do Meio Ambiente, que ainda corre atrás do registro partidário para o recém-criado Rede Sustentabilidade, oscilou de 23% para 26%. Já o senador mineiro registrou uma queda: Aécio oscilou de 17% para 13%.
Integrante da base governista, Campos passou de 7% para 8%, se mantendo dentro da margem de erro. Segundo o instituto de pesquisas, votos brancos, nulos, nenhum ou indecisos somaram 18%.
O Datafolha também simulou, no mesmo cenário, a inclusão do ex-governador de São Paulo José Serra (PSDB-SP). O tucano, apontou o instituto, alcançaria 15% dos votos. Neste contexto, Dilma cairia para 32%. Marina se manteria na segunda colocação, porém, recuaria de 26% para 23%. Aécio cairia para 10% e Campos para 6%.
O único cenário em que o PT venceria no primeiro turno foi registrado com o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva como candidato do partido. Nesta simulação, o petista alcançaria 51% das intenções de voto. Enquanto isso, Marina (20%), Aécio (11%) e Campos (5%) juntos somariam apenas 36%.

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