Para se livrar das ameaças de “perder sustentação”, o ministro
Antônio Andrade (Agricultura) negocia a entrega ao líder do PMDB na
Câmara, Eduardo Cunha, de cargos “furam poço”: as secretarias de Defesa
Agropecuária, que regula a venda de carne, e Relações Internacionais do
Agronegócio, reservadas ao advogado Rodrigo Figueiredo e Pedro de
Camargo Neto, ex-diretor da Associação Brasileira de Carne Suína.
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