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O
deputado José Adécio (DEM) afirmou que o DEM está aberto a conversar
sobre 2014 não só com o PMDB, que rompeu com a governadora Rosalba
Ciarlini (DEM), como também com a ex-governadora Wilma de Faria (PSB),
principal líder oposicionista no Estado do Rio Grande do Norte. “Eu vou
falar pelo que eu ouvi do presidente do meu partido, o senador José
Agripino Maia. Nós estamos abertos a conversar com todos os segmentos
político-partidários do RN, só não vamos conversar com o PT, porque o PT
não quer conversa política com o DEM. Mas com o PMDB, com o PSB da
governadora Wilma”, afirmou no deputado, durante entrevista esta manhã
ao “Jornal da Cidade”, da FM 94.
“Nós
não temos aqui barreira contra quem quer que seja”, arrematou o
deputado José Adécio, antes de destacar que a possibilidade de DEM e
PMDB estarem juntos num mesmo palanque nas eleições de 2014 é um real,
especialmente numa chapa proporcional, quando os cargos em disputa são
de deputado federal e estadual. “Com relação a essa possibilidade de
coligação do PMDB com o DEM, a título de proporcionalidade para estadual
e para federal, o próprio deputado Henrique Eduardo tem dito na
imprensa que há, na verdade, essa possibilidade. O senador Garibaldi
Alves tem dito que é amigo do senador José Agripino, recentemente
tiveram reunião aqui em Natal, foram juntos para a cidade de Nova Cruz a
convite do próprio senador. A minha opinião, se essa prevalece no
partido, que é também a do presidente, é que nós não vamos fechar a
porta para ninguém”, afirmou o parlamentar.
Indagado
sobre a possibilidade de aliança do DEM com a ex-governadora Wilma de
Faria, vista como antítese do governo Rosalba Ciarlini, Zé Adécio
ajuntou: “E qual é o problema? Não está todo mundo conversando?”,
questionou, antes de destacar o que classificou como “situação
privilegiada” da vice-prefeita de Natal segundo as pesquisas que medem a
intenção de voto do eleitor potiguar para a sucessão do ano que vem. De
acordo com o deputado democrata, a candidatura do governador de
Pernambuco, Eduardo Campos, presidente nacional do PSB, a presidente da
República, libera Wilma a liderar um processo de formação de um palanque
próprio para ela no Estado.
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