O ministro da Previdência, Garibaldi Filho, participou hoje pela
manhã (05) da transmissão do comando do 3º Distrito Naval, em Natal. O
evento marcou a posse do vice-almirante Marcos Nunes de Miranda no lugar
do vice-almirante Bernardo José Pierantoni Gambôa, que está indo para a
reserva da Marinha. O ministro Garibaldi Filho saudou o novo
comandante, responsável pela Marinha de cinco estados da região
Nordeste.
“Desejo boa sorte ao novo comandante que, além do Rio Grande do
Norte, é responsável ainda pelos Estados do Ceará, Paraíba, Pernambuco e
Alagoas, estando a frente de mais de dois mil homens”, comentou o
ministro. Além de Garibaldi, estiveram presentes o vice-governador
Robson Faria, o presidente da Assembléia Legislativa, o deputado Ricardo
Motta, e o presidente da Câmara Municipal de Natal, o vereador Albert
Dickson.
Tags:Distrito Naval
Agripino condena perdão de dívidas de países africanos e não dos agricultores nordestinos
Com o apoio da base governista, o Senado já aprovou o perdão das
dívidas da República do Congo, Sudão e Gabão. Agora, o Executivo quer
que o Senado aprove liquidação de débitos da Zâmbia, Tanzânia, Costa do
Marfim e República Democrática do Congo (RDC). Ao todo, o perdão aos
débitos dessas sete nações somará US$ 787 milhões – cerca de R$ 1,8
bilhão. “Muitos desses países são produtores de minério, petróleo,
diamantes e tiveram o crescimento do Produto Interno Bruto bem acima do
Brasil”, destacou Agripino.
O senador potiguar lembrou ainda que os ditadores africanos têm uma
vida de extremo luxo. Entre eles está o ditador de Guiné Equatorial,
Obiang, que possui uma frota de 32 automóveis de altíssimo luxo como
Rolls-Royce, Ferrari e Porshe. Mesmo assim, o país esteve na lista do
governo para perdão da dívida de US$ 12 milhões com o Brasil. “Como
posso compactuar com o perdão das dívidas para quem tem tantos
privilégios enquanto o povo nordestino sofre por não ter como pagar seus
débitos por conta da seca?”, questionou o parlamentar.
José Agripino disse ainda que perdoar dívidas como essas são uma
afronta à população brasileira e às manifestações que tomaram conta das
ruas do país no mês de junho. “O Brasil está ficando caro, injusto, não
competitivo. O que se passa aqui é uma manifestação permanente de
insatisfação, inquietação que me leva a falar em nome da precaução.
Vamos interpretar os sentimentos das ruas e exigir o cumprimento das
prioridades apontadas pela população”.
Tags:Agripino
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