Condenado pelo Supremo Tribunal Federal (STF) a sete anos e 11 meses
pelo crime de corrupção ativa, Dirceu começou a cumprir pena em 15 de
novembro de 2013, no Complexo Penitenciário da Papuda, no Distrito
Federal. Mas laudo do MPF comprova que a JD Assessoria, empresa de
Dirceu, recebeu dois repasses da empresa OAS e outros 11 da UTC durante o
tempo em que o ex-ministro estava na prisão. Ambas compõe o chamado
“clube VIP das empreiteiras” que, segundo as investigações, fraudavam
contratos com a petrolífera.
Os repasses da OAS, cada um no valor de R$ 46,9 mil, foram efetuados
nos dias 11 de novembro e 5 de dezembro de 2013. Já os onze pagamentos
da UTC para a JD, cada um de R$ 65,9 mil, foram feitos entre os dias 9
de dezembro de 2013 e 22 de outubro do ano passado. Além disso, Dirceu
também teria recebido no período, a título de “mensalinho”, algo em
torno de R$ 1,2 milhão repassado pelo lobista Milton Pascowitch,
conforme delação premiada do empresário.G1
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