Enquanto muitas prefeituras comemoram os repasses do Fundo de
Participação os Municípios um pouco mais polpudos, a de Caraúbas treme
nas bases correndo o risco de ficar no liseu.
A depender da decisão judicial para a recomendação do promotor da comarca local, Rafael Pires Paes Galvão, que pede o bloqueio da
1ª cota do FPM de fevereiro – mais de 400 mil reais – para pagar aos
comissionados demitidos no final de outubro, e aos servidores da
Prefeitura que não receberam os salários em outubro, quando a cidade
tinha como prefeito Alcivan Viana.
No período, Alcivan, que era o vice, substituía o prefeito reeleito
Ademar Ferreira, que havia se licenciado para cuidar da campanha.
Os comissionados que permaneceram, trabalharam novembro e dezembro também sem salários.
E o Ministério Público tem acompanhado todos os passos da gestão
municipal em Caraúbas, que todos os dias recebe ofícios e notificações…
Daí, certamente, o atraso nas nomeações para preenchimento dos cargos de terceiro escalã
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