Na avaliação do juiz eleitoral Herval
Sampaio, não era para menos. Na Ação de Investigação Judicial Eleitoral
(AIJE), movida pela coligação da candidata Larissa Rosado (PSB),
derrotada por uma diferença de 5 mil votos no pleito de outubro, ficou
claro que a governadora se utilizou de seu cargo público para interferir
de forma decisiva na escolha dos eleitores mossoroenses.
E essa interferência não foi,
exclusivamente, a nomeação da filha do vereador Chico da Prefeitura
(também do DEM), para um cargo público no Detran, conforme denunciou o
Ministério Público Eleitoral em uma de suas ações. Segundo acusou a
coligação encabeçada por Larissa e concordou o juiz eleitoral, Rosalba
participou de diversos episódios considerados irregulares da campanha,
resultando em crime eleitoral de abuso de poder político e econômico.
Vale lembrar, porém, que essa AIJE que
cassou a candidata da governadora não é a única que está se encontra na
33ª zona eleitoral. O MPE, com a atuação das promotoras eleitorais Ana
Ximenes e Karine Crispim, ingressou com outras sete ações, acusando
Cláudia Regina e Wellington Filho de abuso de poder político, econômico e
compra de votos.FONTE:ROBSONPIRES
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