Em PE, o protesto é organizado por aliados de Campos e poupa a gestão
estadual. Já em Minas são alvos tanto o Planalto como a gestão de
Antonio Anastasia (PSDB), sucessor de Aécio no cargo. A paralisação em
Pernambuco está marcada para quarta em ao menos 25 cidades. Os prefeitos
dizem não ter como fechar as contas e que terão que demitir
funcionários a partir de novembro. “O FPM representa ao menos 90% [da
receita] nos municípios de até 50 mil habitantes”, afirmou José Patriota
(PSB), prefeito de Afogados da Ingazeira (PE) e presidente da
Associação Municipalista de Pernambuco.
Tags:repasses federais
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