A alegação do Executivo é que permitir a desaposentadoria causaria um
rombo de R$ 70 bilhões, em 20 anos, nos cofres públicos, segundo o
Ministério da Previdência Social. Pressionado pelo Planalto, o líder do
governo no Senado, Eduardo Braga (PMDB-AM), entrou com recurso para
impedir que o projeto, aprovado dez dias antes na Comissão de Assuntos
Sociais (CAS) de forma terminativa, seguisse direto para a Câmara.
Quando a matéria for votada em plenário, o que depende inteiramente
de Renan colocar na pauta, parlamentares da base devem fazer outra
manobra para atrasar a tramitação. Pretendem formalizar um requerimento
para que o texto passe por duas comissões temáticas: Constituição e
Justiça (CCJ) e Assuntos Econômicos (CAE).
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