A Folha de São Paulo
traz neste domingo (05) que com dificuldades para formar alianças com
outros partidos, o senador Aécio Neves, potencial candidato do PSDB à
Presidência no ano que vem, terá que se empenhar também para segurar
palanques tucanos pelo país.Atualmente o PSDB governa oito Estados, mas
cinco desses palanques podem ruir ou acabar divididos --entre eles os
dos dois maiores colégios eleitorais do país, São Paulo e Minas Gerais.CLIQUE AQUI e acompanhe a reportagem na íntegra.
Em
São Paulo, há problemas em vista porque o governador Geraldo Alckmin
(PSDB) trabalha para manter em seu governo o PSB de Eduardo Campos, que
deve ser adversário de Aécio. Em outros três Estados, os candidatos dos
governadores tucanos são de outras siglas ou podem migrar para novas
legendas e apoiar Campos. O governador de Roraima, José de Anchieta
Júnior (PSDB), atualmente apoia seu vice Chico Rodrigues, recém-filiado
ao PSB do governador pernambucano. Embora aliados de Anchieta afirmem
que a mudança não causa preocupação, já que a candidatura do
pernambucano ainda não está definida, Rodrigues já decidiu seu lado. Já o
titular de Alagoas, Teotonio Vilela, tem como principal nome para sua
sucessão o vice Thomaz Nonô (DEM), cotado para migrar para o PSB.
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