Presidente da Assembleia Legislativa, Ricardo Motta (PROS) afirma que, neste momento das articulações para a eleição no Estado. “todo mundo conversa com todo mundo”.
O PROS também aposta no diálogo para formar uma aliança. O parâmetro do
partido nas negociações é a busca da unidade na base aliada da
presidenta Dilma Rousseff. Para Ricardo Motta, há uma verticalização
política — embora legalmente não se tenha tal exigência — e o PROS, que
foi criado em 2013, está entre os aliados da presidenta.
Mas ele não coloca essa referência como um limite na aproximação
entre os partidos. O deputado considera que é preciso buscar um acordo
para recuperar o Estado. Mas ele adverte que, se chegar o momento de
definições e não houver convergência, os partidos devem fazer as opções
que considerem convenientes para apresentar seus candidatos nas “praças, ruas e comícios”. Ou seja, se não for possível uma ampla aliança, pode haver uma pulverização de candidaturas. “Quando
as posições estiverem definidas, se não convergirem, cada um procure
seu caminho e vamos para (…) o convencimento do eleitor”,
afirma. Ricardo Motta diz também, nesta entrevista, que o afastamento
político da governadora Rosalba Ciarlini foi motivado pela ausência de
diálogo. O presidente da Assembleia informa que a meta do PROS é eleger
um deputado federal — o candidato é o filho dele, Rafael Motta — e
ampliar a bancada na Assembleia para sete parlamentares (CLIQUE AQUI e acesse a entrevista completa na Tribuna do Norte).
Tags:ELEIÇÕES 2014
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