quinta-feira, 15 de outubro de 2015

SENADOR CRISTOVAM DIZ QUE BRASIL ESTÁ FALIDO E PODE ENTRAR NA DECADÊNCIA.



cristovam
O senador Cristovam Buarque (PDT_DF) cobrou mais ousadia do debate parlamentar, lamentando que a discussão sobre o impeachment da presidente Dilma Rousseff tenha gerado um “Fla-Flu” político que domina o Congresso. Segundo Cristovam, nem governo nem oposição têm bons argumentos contra ou a favor do impeachment, e o Brasil só encontrará o caminho do protagonismo se os líderes pensarem mais no país e menos em seus partidos. Ele criticou duramente a distribuição de cargos pelo governo, considerando que a prática aumenta a sensação de desgosto e nojo diante da política.
“O que fez a presidente? Em vez de ampliar a base, em vez de negociar com todos, em vez de constituir um ministério de alto nível – chamemos assim -, fez barganha e colocou um ministério que envergonha mais hoje do que antes ainda”, protestou o senador. Cristovam Buarque também chamou atenção para a possibilidade de o Brasil sair da crise para entrar na decadência, num processo que poderá consumir décadas para ser revertido. Para o senador, o Brasil está ficando para trás por falta de ciência e tecnologia, despreparo da mão de obra, perfil econômico antiquado e escasso investimento no futuro.


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PRESIDENTE DA CÂMARA FEDERAL CONDICIONA ACERTO COM GOVERNO À PERMANÊNCIA NA PRESIDÊNCIA DA CÂMARA



dilma e cunha
Num instante em que Dilma Rousseff alardeia que jamais participará de negociações que envolvam “malfeitos” e desafia seus rivais a indicarem uma nódoa que comprometa sua “reputação ilibada”, o governo se oferece para ser a boia de salvação de Eduardo Cunha. O que parecia inviável até o início da semana tornou-se provável nas últimas horas. O deputado já orçou para o governo o preço do arquivamento do impeachment. Envolve sua permanência na presidência da Câmara. O que pressupõe o sepultamento do pedido de cassação que corre contra ele no Conselho de Ética da Casa.
O governo busca celebrar com Cunha um acerto do tipo ‘uma mão lava a outra’. Participam da operação a própria Dilma, representada nas conversas pelo ministro Jaques Wagner (Casa Civil), e o antecessor Lula, que desembarcou em Brasília no final da tarde desta quarta-feira. Por sugestão de Lula, foi atraído para a articulação o vice-presidente Michel Temer. Beneficiário direto de um eventual afastamento de Dilma, Temer almoçou nesta quarta-feira com Cunha e o presidente do Senado, Renan Calheiros. Fez isso a pedido de Wagner. Durante o repasto, Cunha sinalizou pela primeira vez a hipótese de mudar de lado. Antes fechado com a oposição, ele disse que, se o governo o tratar bem, saberá retribuir.
De saída, Cunha cobra o enquadramento do pedaço da bancada federal do PT que deseja ver sua cabeça apartada do pescoço. Dos 62 deputados petistas, 34 subscreveram o pedido de cassação do mandato de Cunha protocolado no Conselho de Ética da Câmara pelo PSOL e pela Rede Sustentabilidade. Entre os rebelados estão petistas da Bahia, vinculados ao negociador Jaques Wagner. Por exemplo: a deputada Moema Gramacho e os deputados Jorge Solla e Afonso Florence.


TRIBUNAL DE CONTAS DA UNIÃO DIZ QUE CONTA DE LUZ FOI " ELEITOREIRA"

conta-de-luz-aumentoA redução de 20% na conta de luz feita pelo governo em 2013 foi uma medida artificial e de cunho eleitoral, que acabou por implicar forte agravamento das contas públicas e no desajuste fiscal que se viu no ano passado. Segundo o O Estado de S.Paulo, a conclusão consta de uma auditoria que acaba de ser concluída pelo Tribunal de Contas da União (TCU), que analisou o atual cenário operacional e financeiro do setor elétrico do País.
Ao analisar os efeitos da medida provisória assinada pela presidente Dilma Rousseff no fim de 2012, decisão que reduziria o preço da conta de luz a partir de janeiro de 2013, o relatório da corte de contas afirma que, naquela ocasião, “o governo emitiu sinal via preço ao consumidor de incentivo ao consumo”, quando já se fazia uso intensivo das usinas térmicas – que são as mais caras – para cobrir a frustração da geração hidrelétrica, por conta do baixo do nível dos principais reservatórios.
Essa política forçada de redução das tarifas, que custou nada menos que R$ 12,642 bilhões em 2013 e R$ 31,297 bilhões no ano passado, sangrou os cofres do Tesouro, produzindo sérias dificuldades financeiras às empresas do setor e um tremendo desajuste fiscal.FONTE:ROBSON PIRES

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