Da coluna de Maurício Dias, na revista Carta Capital que está
nas bancas, a defesa do advogado potiguar, Erick Pereira ao Banco de
Perfis criado pelo Ministério da Justiça.
Violência: Perfis genéticos
O governo criou o Banco Nacional de Perfis Genéticos, encarregado de armazenar “todas as informações genéticas de acusados e condenados criminalmente”. Embora tenha cercado a decisão de cuidados com a padronização de procedimentos técnicos e com a “garantia de respeito aos direitos individuais”, a decisão vai gerar controvérsias.
O governo criou o Banco Nacional de Perfis Genéticos, encarregado de armazenar “todas as informações genéticas de acusados e condenados criminalmente”. Embora tenha cercado a decisão de cuidados com a padronização de procedimentos técnicos e com a “garantia de respeito aos direitos individuais”, a decisão vai gerar controvérsias.
Na defesa do Banco de Perfis Genéticos, o constitucionalista Erick Wilson Pereira expõe um forte argumento: “Na colisão de princípios merece prevalecer o interesse coletivo na proteção da sociedade”.
Instituição semelhante existe nos Estados Unidos. Lá utilizam não só o
banco de dados, como também informam à sociedade os delitos praticados
pelo cidadão catalogado.
No Brasil, as informações servirão somente para investigação. Com
isso, acredita-se que não haverá violação da intimidade. Os suspeitos de
crimes, os condenados por crimes hediondos ou violentos de natureza
grave contra a pessoa, no entanto, serão submetidos ao exame de DNA.
Do Blog: O Banco Nacional de Perfis Genéticos e a Rede Integrada de Bancos e Perfis Genéticos foram criados há cerca de 15 dias
De acordo com o decreto 7.950/2013, a Rede Nacional vai integrar os dados de DNA de todos os bancos genéticos dos estados.
Por enquanto, são 15 os Estados registrados.
O Rio Grande do Norte está fora.
Eis os Estados que compõem a Rede de Bancos e Perfis Genéticos e mantêm bancos de DNA:
Rio Grande do Sul,
Santa Catarina, Paraná, São Paulo, Minas Gerais, Rio de Janeiro,
Espírito Santo, Ceará, Bahia, Paraíba, Amazonas, Amapá, Pará, Mato
Grosso e Mato Grosso do Sul.FONTE:THAISAGALVÃO
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