sexta-feira, 5 de julho de 2013

DILMA DEFENDE PLEBISCITO E DIZ QUE " AS RUAS FALARAM POR MAIS DIREITOS"

dilma argumento
O Globo – Sem comentar as declarações do vice-presidente Michel Temer (PMDB) de que não há tempo hábil para que o plebiscito sobre reforma política seja realizado ainda este ano, a presidente Dilma Rousseff voltou a defender nesta quinta-feira o plebiscito sobre a reforma política com os temas sugeridos ao Congresso Nacional dentro do “pacto de cinco pontos” como resposta às manifestações de rua no país. E também analisou os protestos que se espalharam pelo país. “Aqui as ruas falaram por mais direitos e aqui eu quero dizer que essa presidenta ouviu claramente a voz das ruas”.
Ela destacou que a “melhoria da representatividade” (política) passa pela participação popular. Dilma participou do lançamento do I Plano Safra do Semiárido, em Salvador, para entrega de máquinas agrícolas e que reuniu 300 prefeitos baianos, delegações de movimentos sociais ligados à agricultura familiar e reforma agrária, além de governadores do Nordeste.


TJRN só julgou 2% dos processos em Mutirão da Improbidade

A Tribuna do Norte revela que, passados 30 dias desde que o Tribunal de Justiça do Rio Grande do Norte  implementou o Mutirão da Improbidade, 2,07% dos 1.350 processos de improbidade administrativa e/ou crimes contra a administração pública foram julgados. O percentual corresponde a 28 ações sentenciadas. A Corte potiguar ocupa a 18ª posição no ranking nacional de julgamentos elaborado pelo Conselho Nacional de Justiça. O TJRN admite que poderá estender o Mutirão para o ano de 2014, para que nenhuma ação deixe de ser julgada.
À época do lançamento do Mutirão, no início de junho passado próximo, contados os dias que restavam até o final do ano de 2013, prazo dado pelo CNJ para o cumprimento da Meta 18, que discorre sobre o julgamento dos crimes anteriormente citados, seria necessário sentenciar sete processos por dia, para que o cronograma recomendado fosse cumprido. Para o Mutirão da Improbidade, foram destacados seis magistrados para atuação exclusiva.
“A gente não tem ideia de como estão os processos e a análise demanda tempo. Analisamos para saber qual diligência será necessária. Se estiver pronto para julgamento, este já é feito”, esclareceu o juiz coordenador do Mutirão e auxiliar da presidência do TJRN, Fábio Filgueira. Ele assegurou, contudo, que a tendência é de que mais processos sejam julgados mensalmente, visto que, a equipe estará mais adaptada ao trabalho.
meta CNJ

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