quarta-feira, 5 de agosto de 2015

26 MILHÕES FOI O MONTANTE RECEBIDO PELO GRUPO DO SENADOR FERNANDO COLLOR DE MELO



collor uolInvestigadores da Lava Jato apontam que um grupo ligado ao ex-presidente e senador Fernando Collor (PTB-AL) recebeu cerca de R$ 26 milhões em suposta propina do esquema de corrupção da Petrobras entre 2010 e 2014. Segundo a Folha de São Paulo, o esquema vinculado ao congressista, segundo as investigações, envolvia assessores do Senado, colaboradores, empresas em atividade e outras suspeitas de serem de fachada.
As fontes dos repasses, segundo a Lava Jato, eram contratos de troca de bandeira de postos de combustível celebrado entre a Petrobras Distribuidora e a DVBR Derivados do Brasil. Os representantes de Collor seguiam uma “cartilha” para tentar dificultar a identificação do esquema, com várias transações financeiras para não chamar atenção dos órgãos de controle, como depósitos fracionados.



LAVA- JATO: ASSESSOR DE HENRIQUE ALVES NEGA QUE TENHA RECEBIDO DINHEIRO



assessor_henrique
Segundo investigações da Polícia Federal, a quebra do sigilo bancário da empresa Piemonte, usada pelo lobista Júlio Camargo para repassar propinas da Petrobras, revelou que José Geraldo Fonseca, assessor do então deputado federal Henrique Alves, teria recebido R$ 767.500,00 do esquema criminoso.
O próprio José Geraldo diz que não recebeu oriundo da estatal. Seria um homônimo. O nome em questão aparece no laudo pericial da Polícia Federal, de nº 1342/2015, que apresenta, entre os destinatários de propina dos desvios de recursos da Petrobras, José Geraldo Fonseca.


"É MAIS FÁCIL MATAREM DIRCEU DO QUE ELE FAZER UMA DELAÇÃO"  , DIZ ADVOGADO



advogado de dirceu
O advogado do ex-ministro José Dirceu, Roberto Podval,descartou a possibilidade do petista fazer um acordo de delação premiada.
“É mais fácil matarem Dirceu do que ele fazer uma delação premiada”, disse Podval à reportagem. O criminalista também afirmou que não há chances do irmão do petista, Luiz Eduardo de Oliveira e Silva, firmar uma negociação com o Ministério Público Federal.
Os dois estão presos desde segunda (3), quando foram alvos da 17º fase da Operação Lava Jato, batizada de “Pixuleco”.
Na manhã desta terça (5), a colunista Mônica Bergamo publicou uma mensagem enviada por Dirceu à coluna afirmando que não cogitava fazer um acordo de delação. “Primeiro porque não tenho o que delatar. Segundo porque não tem nada a ver com minha vida e trajetória”, disse o ex-ministro.
A defesa de José Dirceu recebeu a informação de que o depoimento do petista não deve ser marcado para esta semana pela Polícia Federal.G1

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