quinta-feira, 31 de dezembro de 2015

DÓLAR REAGE A CENÁRIO E ULTRAPASSA R$ 4 EM 2015




dolar altaO dólar oscilou constantemente em 2015 e bateu recordes, reagindo às incertezas políticas e econômicas do país e à conjuntura internacional A moeda iniciou o ano perto dos R$ 2,70. Em março, já havia ultrapassado R$ 3 e, em junho, operou acima dos R$ 3,10.
No dia 22 de setembro, o dólar fechou acima dos R$ 4 pela primeira vez na história. No dia 24 do mesmo mês, chegou a R$ 4,24, outra máxima histórica, e depois recuou, encerrando o pregão a R$ 3,9914. Em dezembro, a moeda seguiu em alta e superou R$ 3,90 em alguns pregões.



MINISTRO DO TURISMO  GARANTE O ADIAMENTO DO PRAZO  PARA RENEGOCIAÇÃO DE DÍVIDAS  RURAIS



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Os produtores rurais do Nordeste ganharam novo fôlego para conseguir renegociar suas dúvidas junto aos bancos públicos. O ministro Henrique Eduardo Alves conseguiu negociar, junto ao Ministério da Fazenda, o adiamento dos compromissos dos agricultores e produtores para o dia 31 de dezembro de 2016. A Medida Provisória 707 foi publicada nesta quinta-feira (31), no Diário Oficial da União.
Henrique Alves foi procurado no início do mês por uma comitiva de produtores, liderada pelo presidente das Federação da Agricultura do Rio Grande do Norte (Faern), José Vieira, em busca de apoio político do ministro para renegociação das dívidas – estimadas em R$ 20 bilhões. O grupo apresentou ao ministro um documento sobre a situação da Seca do Nordeste. Deste 2011, mais de mil municípios decretaram estado de emergência ou de calamidade pública por falta de alimentos e pasto para os rebanhos e de água também para o consumo humano. A estimativa é de que mais de 7 milhões de cabeças de gado morreram por conta da estiagem.
Após a reunião com os agricultores, o ministro do Turismo se reuniu com a ministra da Agricultura, Kátia Abreu, e com o então ministro da Fazenda, Joaquim Levy e explicou que, sem a prorrogação do prazo não haveria condições de pagamento das dívidas atuais. De acordo com Henrique Eduardo Alves, naquele momento era “melhor uma solução negociada, com o adiamento da dívida, do que não receber nada, pois a situação no campo é muito mais grave do que qualquer outra crise atual da economia brasileira”.FONTE:G1

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