terça-feira, 23 de maio de 2017

DEZ MEDIDAS CONTRA A CORRUPÇÃO



duvida-incerteza-indecisao-cansaco-1324560006338_300x300Lembra do procurador da República Ângelo Goulart Vilela, que falou na Câmara sobre as virtudes das Dez Medidas Contra a Corrupção, propostas pelo Ministério Público Federal? Foi preso no dia 18, por suspeita de passar a Joesley Batista, do JBS, informações a respeito da investigação sobre ele
Temer pode se sentir fragilizado, ou ser abandonado por seus colegas de Governo, e renunciar. Mas há um problema: perde o foro privilegiado e fica exposto ao juiz Sérgio Moro. Ou o TSE pode cassar o registro da chapa Dilma-Temer, por abuso de poder econômico e político. Nos dois casos, como não há vice, o Congresso tem 30 dias para eleger indiretamente o substituto. Nesse prazo, assumiria o presidente da Câmara, Rodrigo Maia; ou, em sua ausência, o presidente do Senado, Eunício Oliveira.
Ambos, porém, têm problemas no Supremo, e podem ser impedidos de assumir. Assumiria então a presidente do Supremo, Carmen Lúcia. Temer também pode sair por impeachment, mas isso levaria praticamente um ano: o eleito governaria por seis meses, ou pouco mais. A ideia da eleição direta é inviável: aprovar uma emenda à Constituição, realizar a campanha e finalmente colher os votos é muita coisa para o prazo disponível.


TEMER ,MOBILIZA ALIADOS PARA SE SUSTENTAR NO CARGO


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Com o acordo tácito de que terá o suporte do PSDB e do DEM até, ao menos, o desfecho de seu julgamento do TSE, em junho, o presidente Michel Temer trabalha agora para conter a construção de uma alternativa viável para substituí-lo no Planalto. A insegurança sobre o que viria com uma possível queda favorece sua permanência no posto. O governo jura ter o apoio do presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), citado pela base aliada e partidos como o PT como uma opção.
Caberia a Rodrigo Maia conduzir o processo de uma eleição indireta. Nesse cenário, aliados do deputado reconhecem que ele teria dois fatores a seu favor: já estaria no comando do país e ainda poderia negociar a cadeira de presidente da Câmara para angariar apoio.


LULA ESTIMULA ALIADOS A DEBATER ELEIÇÕES DIRETAS



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Na série de reuniões que comandou em seu instituto nesta segunda (22), Lula estimulou o PT a ampliar o debate sobre eleições diretas. Há a constatação de que, se a proposta for vista como uma bandeira da sigla, ela não vai prosperar.
O ex-presidente disse que, sem gente nas ruas, será difícil fazer o debate sobre novas eleições presidenciais avançar. Ainda indicou que o PT não deve estimular uma solução pela eleição indireta, via preferida por siglas como o PSDB.FONTE: ROBSON PIRES

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