quinta-feira, 11 de setembro de 2014

CANDIDATAS AO SENADO DO RN WILMA E FÁTIMA TAMBÉM RECEBERAM DINHEIRO DE CONSTRUTORAS CITADAS EM ESCÂNDALO



O Jornal de Hoje também destaca que o candidato ao Governo do RN, Henrique Eduardo Alves, do PMDB, não foi o único que recebeu doações consideráveis de empresas citadas como beneficiadas no escândalo da Petrobras. A companheira de chapa dele, a ex-governadora Wilma de Faria, candidata ao Senado Federal pelo PSB, também recebeu doações consideráveis de duas construtoras supostamente envolvidas no esquema: a OAS e a Andrade Gutierrez. Alias, para a campanha dela, chegou bem mais dinheiro do que para a de Henrique.
Wilma teve quase três milhões de reais em doação da duas empresas, enquanto o peemedebista, apenas R$ 150 mil. É importante ressaltar, entretanto, que a candidata do PT, Fátima Bezerra, adversária de Wilma na disputa pelo Senado, também se beneficiou com dinheiro das empresas citadas. A Andrade Gutierrez doou R$ 425 mil para a campanha da petista, por meio de transferência eletrônica. A Engevix Engenharia, outros R$ 50 mil, o que dá R$ 475 mil doados por envolvidas supostamente.



HENRIQUE DVOLVE BAIXARIA É O QUE ROBINSON   FAZ AO MENTIR  E QUERER DISTORCER OS FATOS.



henrique JH
O candidato do PMDB ao Governo do Estado, Henrique Alves, apresentou em seu programa eleitoral documentos que desmentem o que ele mesmo chamou de “baixaria” e “agressões” de um dos adversários o candidato do PSD, vice-governador Robinson Faria. O programa de Robinson havia mostrado antigas denúncias contra Henrique, mas o candidato do PMDB provou por meio de documentação que todas as denúncias eram infundadas e foram arquivadas pela Justiça.
“A campanha do vice de Rosalba continua a veicular denúncias vazias e requentadas. Os casos citados já foram esclarecidos e resolvidos, com documentos que provam o que digo”, disse Henrique Alves logo no início do programa. A campanha de Robinson Faria havia citado uma suposta condenação por improbidade administrativa, uma antiga denúncia acerca da existência de valores no exterior e o uso de um avião da Força Aérea Brasileira em junho do ano passado. Em todos os casos, as denúncias foram arquivadas por não serem verdadeiras.
Do Jornal de Hoje


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