segunda-feira, 8 de setembro de 2014

PRESIDENTE DA CPI DA PETROBRAS PEDE AO STF ACESSO À DELAÇÃO PREMIADA



Vital do Rêgo
Vital do Rêgo
O senador Vital do Rêgo (PMDB-PB), presidente das duas comissões parlamentares de inquérito que investigam denúncias contra a Petrobras – a CPI mista e a CPI do Senado –, encaminhou nesta segunda-feira (8) ofícios ao Supremo Tribunal Federal (STF) e à 13ª Vara Federal de Curitiba nos quais pede acesso ao conteúdo dos depoimentos da delação premiada do ex-diretor dam empresa Paulo Roberto Costa.
Nos documentos, Vital solicitou cópia, em meio magnético, de todos os documentos produzidos a partir de desdobramentos da operação Lava Jato, da Polícia Federal.
A fim de agilizar o recebimento do conteúdo da delação, ele aproveitou requerimentos já aprovados pela CPI mista (formada por deputados e senadores) que pediam ao STF e à 13ª Vara de Curitiba acesso integral a todos os documentos relativos à operação Lava Jato, da Polícia Federal, que levou à prisão de Paulo Roberto Costa. O presidente da CPI entende que os novos depoimentos de Costa seriam uma atualização das informações já prestadas pelo tribunal.
G 1


MEMBRO DA CPI DIZ QUE DELATOR TEM QUE TER PROVA



Na Câmara, o líder do DEM, deputado Mendonça Filho (PE),  afirmou que tem conversado com outros líderes da oposição, como os deputados Rubens Bueno (PPS-PR) e Antônio Imbassahy (PSDB-BA), para definir as ações a serem tomadas na CPI mista da Petrobras. Mendonça Filho afirmou ressaltou que é preciso cautela com o compartilhamento de informações da delação de Paulo Roberto Costa.
“Esse compartilhamento tem que obedecer critérios sérios, porque não é toda informação prestada pelo depoente, no caso o delator, que funciona como uma prova do envolvimento de um determinado personagem num ato criminoso. Só se dá essa situação com o aval da Justiça, no caso, o juiz federal ou do ministro do Supremo. E a gente tem que ter a cautela, o cuidado, de não cometer injustiças, porque quando se comete injustiça, você, primeiro, provoca um dano irreparável a quem está sendo injustamente acusado e, segundo, você abre uma brecha para que o processo não ande, porque vai se apegar a um procedimento errado para questionar a legitimidade das ações colocadas”, afirmou.FONTE:G1


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